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Alex Muniz acredita em um grande crescimento

economico na baixada santista, O porto de Santos

o maior da america latina vem crescendo com apoio

de grandes empresas sendo instalada na região,

tambem com descoberta de petróleo na bacia de Santos,

A Petrobras com o pré-sal garante uma mudança inédita

para a baixada Santista. Acredito que muitos funcionarios

poderão ser treinados e qualificados pelas empresas com

seleções de vagas, assim evitando a vinda de pessoas

qualificadas de outras regiões dando chance para a baixada santista.

 

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NOTICIAS

 

 

NOTICIAS

 

 

Quarta-feira, 04 de Março de 2015 - 14h08
Projeto

Porto terá pátio para caminhões em Guarujá

José Claudio Pimentel
N/A
Prefeita do Guarujá se reuniu com o titular da SEP
O Porto de Santos contará com mais um estacionamento rotativo de caminhões. O projeto foi definido pelo ministro dos Portos, Edinho Araújo (PMDB), terça-feira(3), durante reunião com a prefeita de Guarujá, Maria Antonieta de Brito (PMDB), em Brasília. Segundo a chefe do Executivo, já está acertada a realização de um estudo para a exploração do pátio, que atenderá os veículos de carga com destino aos terminais da cidade. A unidade terá cerca de 500 vagas.
 
No encontro, também ficou definido que a elaboração desse estudo será debatida em uma reunião entre representantes da Prefeitura, da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária) e da Secretaria de Portos (SEP) da Presidência da República nos próximos dias. A data ainda não está determinada. 
 
“Finalmente teremos uma área para caminhões, eliminando os impactos causados por esses veículos na Cidade, principalmente no Distrito de Vicente de Carvalho”, afirmou a prefeita, por telefone, em entrevista a A Tribuna. Maria Antonieta comemorou o andamento das conversas sobre o assunto, iniciadas ainda na primeira visita do ministro à Baixada Santista, em janeiro último.
 
A chefe do Executivo propõe que o pátio rotativo seja instalado no terreno ao lado do novo acesso à Margem Esquerda do Porto. A área pertence ao Grupo Fassina e fica às margens da Rodovia Conêgo Domênico Rangoni (SP-55), principal via para chegar a essa região do complexo marítimo. 
 
A ideia inicial, já conversada entre as partes, não é comprar a gleba, mas alugá-la, como ocorreu com o terreno onde o novo acesso rodoviário à Margem Esquerda, recém-inaugurado, foi construído. Hoje, a Companhia Docas paga R$ 70 mil mensais ao Grupo Fassina e à multinacional Dow Química, proprietárias dos lotes nos quais a via foi aberta. Os custos com o estacionamento também ficaria a cargo da Autoridade Portuária. 
 
Atualmente, o Porto de Santos conta com quatro estacionamentos rotativos. Dois deles estão em Cubatão, um terceiro fica em Santos e o último, em Sumaré, nas proximidades de Campinas. 
 
Outros assuntos
 
A prefeita Maria Antonieta também aproveitou o encontro com o ministro dos Portos, para tratar sobre a implantação de um serviço hidroviário de transporte de cargas no Porto de Santos. A medida favoreceria o desenvolvimento do Centro Industrial e Naval de Guarujá (Cing), onde hoje localizam-se o terminal da Saipem e o estaleiro da Wilson Sons, entre outros. 
 
“Como não é possível entrar com caminhão ali (no Cing), pedimos que seja feito um terminal de transbordo às margens da rodovia, numa área da Codesp”, disse a prefeita. Ela refere-se a um terreno que pode ser utilizado para as operações de carregamento, para barcaças, das cargas que seriam levadas ao Cing e que hoje enfrentam problemas para chegar ali por via terrestre. 
 
Além disso, Maria Antonieta pediu agilidade na renovação de contrato de arrendamento portuário da Santos Brasil, operadora do Terminal de Contêineres (Tecon) do Porto. A empresa já fez o pedido de antecipação dessa renovação, que aguarda a avaliação da SEP.
 
Segundo a prefeita de Guarujá, a empresa responde por grande parte do total arrecadado de Imposto Sobre Serviço (ISS) na cidade e é um gerador de empregos estratégico. “Ela precisa iniciar a sua modernização e a viabilização de novos investimentos”, destacou.

 

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Quarta-feira, 04 de Março de 2015 - 15h18
Ditadura militar

Documentos da Docas de Santos são investigados

Da Redação
A Companhia Docas de Santos (CDS), que construiu e explorou o Porto de Santos de 1888 a 1980, tem sua atuação durante a ditadura militar investigada pela Comissão Estadual da Verdade, da Assembleia Legislativa de São Paulo.
 
Em depoimento na última segunda-feira, durante audiência da comissão, na Capital, antigos trabalhadores da companhia disseram ter sido perseguidos e demitidos após greves na empresa. E relataram a presença de militares dentro da firma portuária, na época.
 
“Temos vários casos de trabalhadores que foram punidos, não com demissão, mas que sofreram uma sorte de perseguições. Há trabalhadores, por exemplo, que levaram 20 dias de suspensão”, disse Antonio Fernandes Neto, que pesquisou a história dos portuários de Santos durante a ditadura. 
 
Um dos pedidos feitos por portuários, durante a audiência, foi para que a Docas abrisse seus documentos referentes à ditadura militar. O pedido deverá ser encaminhado pela comissão à Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que assumiu as funções da CDS em 1980, quando a concessão para a exploração do Porto de Santos terminou.
 
A Docas de Santos continua em atividade, mas não atua mais no Porto de Santos. Ela diversificou seus negócios, atuando nas áreas petrolífera, de energia elétrica, reparos navais e logística portuária especialmente no Rio de Janeiro.
 
Representando a Codesp na audiência, Rodrigo Octavio Franco Morgero, do Departamento Jurídico da empresa, disse que esse tema era desconhecido pela direção: “Desconhecemos, em caráter oficial, a presença de qualquer órgão de repressão dentro da companhia”, afirmou ele, durante a audiência pública.
 
Sobre o pedido feito pelos trabalhadores de abertura dos arquivos, Morgero não saber soube dizer se ele poderá ser atendido pela empresa, mas que isso será analisado.

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Quarta-feira, 04 de Março de 2015 - 16h32
Operação

Marinha do Brasil realiza operação "Amazônia Azul" 2015

De A Tribuna On-line
N/A
Embarcação em operação "Amazônia Azul"
Intensificar a fiscalização do cumprimento de leis e regulamentos nas águas brasileiras, essa é a missão da operação "Amazônia Azul". Realizada pela Marinha do Brasil (MB) sob a coordenação do Comando de Operações Navais, a operação teve inicío no último dia 1 e se estende até dia 7 deste mês. A ação conta com cerca de 15 mil militares, 50 navios, 10 aeronaves e 200 embarcações da Esquadra, dos Distritos Navais,Diretoria de Hidrografia e Navegação e das Capitanias dos Portos distribuídos por todo litoral e nas águas interiores.
 
Durante esse período, a operação acontece simultaneamente em diversos pontos da costa brasileira e das águas interiores (rios e lagos),onde estão sendo realizados  atividades dePatrulha e de Inspeção Naval além de diversos treinamentos operativos com opropósito de aprimorar a capacidade de comando e controle nas águas brasileiras. Para a Marinha uma operação deste porte serve de legado para atuação da Força Naval em grandes eventos, como nas Olimpíadas de 2016.
 
Outras instituições colaboram co, a operação, como a Força Aérea Brasileira, a Secretaria de Receita Federal, o Departamento de Polícia Federal, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, o Instituto Chico Mendes de Conservação daBiodiversidade ( ICMBio), a PETROBRAS e a TRANSPETRO.
 
Amazônia Azul
 
O nome da operação faz referência a uma imensa região marítima, situada na fronteira leste do Brasil, que devido a seu potencial estratégico e econômico assemelham-se ao da floresta Amazônica. 
 
Na área da "Amazônia Azul" circulam 95% do comércio exterior e dela se extrai aproximadamente 90% da produção de petróleo, segundo a Marinha do Brasil.

 

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Terça-feira, 03 de Março de 2015 - 14h01
Escoamento

Safra começa e plano logístico do Porto vence primeiro desafio

Leopoldo Figueiredo
N/A
Protestos de caminhoneiros na região do Porto 
Os primeiros carregamentos da safra agrícola começam a chegar ao Porto de Santos. E, segundo a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a Autoridade Portuária, os resultados iniciais mostram que deve ter sucesso a estratégia do Governo para evitar a formação de congestionamentos nas estradas de acesso à região, nesses meses de escoamento da produção de grãos – soja e milho principalmente.
 
Um primeiro desafio já foi superado. Com o protesto dos caminhoneiros da semana passada, havia o temor de que, quando os bloqueios nas estradas fossem encerrados, o volume de veículos de carga com destino a Santos aumentaria, gerando filas nos acessos ao Porto. O movimento dos motoristas na região já foi dissolvido, as cargas deram entrada nos terminais e, de acordo com a Docas, não houve qualquer transtorno.
 
Esse batismo de fogo do Plano Safra 2015, do Governo, e as expectativas positivas para o transporte dos grãos foram alguns dos assuntos discutidos em uma reunião na última sexta-feira, em Brasília, para debater o escoamento da produção agrícola até Santos. Estavam presentes dirigentes da Codesp, da Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP), do Ministério dos Transportes e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
 
Santos é estratégico para as exportações agrícolas brasileiras. Tradicionalmente, o complexo santista responde por dois terços dos embarques de açúcar no País. E dados do Governo Federal apontam que, em 2014, os terminais da região carregaram 18% da soja exportada pelo Brasil. Segundo projeções da Docas, neste ano, Santos deve movimentar 17 milhões de toneladas de açúcar (1,7% a menos do que no exercício anterior), 16,76 milhões de toneladas de soja (1,8% a mais), 8,3 milhões de toneladas de milho (6,5% a menos). A soma das três cargas representa 37,4% das 112,44 milhões de toneladas previstas para 2015.
 
Agendamento
 
No encontro de sexta-feira, os principais dados sobre o Porto foram apresentados pelo diretor de Planejamento Estratégico e Controle da Codesp, Luís Cláudio Santana Montenegro. Ele destacou a necessidade de um controle rigoroso sobre a chegada dos caminhões e a importância de se continuar cumprindo as regras de agendamento. 
 
“Nessa reunião, avaliamos como foi esse início da safra e repassamos as medidas adotadas para garantir o acesso ao Porto de Santos sem problemas. Estamos acompanhando todo o transporte e vamos continuar. Vamos manter um controle forte e não iremos tolerar o descumprimento das regras de agendamento. Mas posso dizer que, em relação a Santos, estamos tranquilos”, afirmou Montenegro, em entrevista a A Tribuna logo após o encontro. 

 

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Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2015 - 15h06
Movimentação

No Brasil, operação de contêineres cresce 5,4%

Leopoldo Figueiredo
Santos receberá o primeiro posto da Antaq
Terminais de Santos, movimentaram 32,54% do total
Apesar da desaceleração da economia brasileira, a movimentação de contêineres nos portos do País cresceu 5,4% no ano passado, em relação ao resultado do exercício anterior. Considerando as operações dos complexos públicos e dos terminais de uso privado (TEU), a soma chegou a 9 milhões 342 mil 363 TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), 478.567 a mais do que em 2013.
 
Principal porto brasileiro, Santos se manteve na liderança desse tipo de operação, respondendo por quase um terço (32,54%) do total nacional.
 
Os números integram o Anuário Estatístico Aquaviário de 2014, elaborado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e divulgado pela diretoria do órgão regulador na última quarta-feira. O levantamento está disponível no endereço eletrônico da entidade (www.antaq.gov.br), na página de Estatísticas.
 
Desses 9,342 milhões de TEU transportados nos portos, 4,731 milhões (50,7%) foram embarcados – para o exterior ou para outras regiões do País –, segundo o balanço da Antaq. Os 4,61 milhões de TEU (49,3%) restantes foram desembarcados. Os dois tipos de operação registraram aumentos – 8,52% e 2,38%, respectivamente – na comparação com os dados do ano anterior.
 
O crescimento na utilização de contêineres é um bom sinal para a economia do País, apesar do desaquecimento verificado, principalmente, a partir do terceiro trimestre do ano passado – o que levou o Fundo Monetário Internacional (FMI) a prever uma expansão de apenas 0,1% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2014. Tradicionalmente, os cofres de carga são destinados ao transporte de mercadorias industrializadas, ou seja, de alto valor agregado. O aumento nessa movimentação mostra, portanto, a intensificação do comércio internacional desses itens.
 
Esse uso é comprovado ao se analisar o tipo de artigo conteinerizado e sua tonelagem no ano passado. Conforme os dados da Antaq, as mercadorias mais transportadas em 2014 foram peças plásticas (6,18 milhões de toneladas, o equivalente a 7,5% do peso líquido do total desses itens). Na sequência, vieram os produtos siderúrgicos (4,85 milhões de toneladas, 5,9%) e os de apoio (4,83 milhões de toneladas, 5,9%). 
 
O balanço do Agência Nacional de Transportes Aquaviários também aponta que os contêineres responderam por 10,5% da tonelagem de cargas operadas nos portos, no ano passado. Das 969,64 milhões de toneladas transportadas nas instalações brasileiras, 101,9 milhões de toneladas foram embarcadas ou desembarcadas no interior dos contenedores. O restante foi operado como granel sólido (589,95 milhões de toneladas, 60.8% do total), graneis líquido ou gasoso (231,75 milhões de toneladas, 23,9%) ou carga geral não conteinerizada (46,03 milhões de toneladas, 4,7%).
 
Liderança santista
 
N/A
Dados divulgados pela Antaq
Considerando o local onde esses contêineres foram embarcados ou desembarcados, Santos se manteve como o porto que mais realizou esse tipo de operação no Brasil. De acordo com os dados da Antaq, o cais santista respondeu por 3,04 milhões de TEU. O resultado aponta uma queda de 4,8% ante a soma do ano anterior (a tabela ao lado traz a relação completa de instalações e suas respectivas movimentações).
 
Os números da agência são menores do que os divulgados pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a Autoridade Portuária, no mês passado. Conforme o balanço da estatal, o complexo movimentou 3,684 milhões de TEU,com uma alta de 6,84%.
 
Essa diferença ocorre por dois motivos. O primeiro é que a Antaq, em seu anuário, separa as atividades dos portos públicos da dos terminais de uso privado. Consequentemente, os volumes carregados ou descarregados no Terminal Embraport, TUP instalado na Margem Esquerda do Porto, ao lado da Ilha Barnabé, são contabilizados a parte.
 
No levantamento da agência, a unidade da Embraport aparece em quinto lugar nas operações de contêiner do País, com 529.639 TEU. Considerando apenas os TUP, ela fica em segundo lugar, perdendo apenas para o Terminal Portonave, em Navegantes (SC), que registrou 676.675 TEU.
 
De menor impacto, o segundo motivo para essa divergência é a diferença nos critérios adotados pela Companhia Docas e pela Antaq para contabilizar as operações portuárias. 

 

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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2015 - 16h04
Modernização

SEP apresenta diretrizes e recomendações para modernizar a gestão da Companhia Docas

De A Tribuna On-line
N/A
Para Ministro, objetivo é melhorar a gestão portuária
Os representantes das Companhias Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Rio de Janeiro (CDRJ) e Pará (CDP) receberam nesta terça-feira(24) as diretrizes e recomendações da SEP para os novos processos, que fazem parte do Projeto de Modernização da Gestão Portuária, um conjunto de ações que visa a melhoria de gestão das Companhias Docas. 
 
O projeto está em andamento desde maio do ano passado. A primeira etapa foi mapear os processo dentro das companhias, para identificar oportunidades de melhorias e introduzir novas ferramentas de tecnologias de informação, propondo integração de etapas e processos na gestão dos portos. 
 
A empresa Deloitte teve seus serviços de consultoria contratados, segundo a orientação do novo marco regulatório do setor, a Lei 12.815, para o desenvolvimento e implementação de melhorias na gestão portuária. Em outubro de 2014, a empresa apresentou os dados realizados nos processos internos das Companhias. A Deloitte vai acompanhar a primeira fase de implantação dos modelos, priorizando ações e estabelecendo cronograma.
 
Para Ricardo Ono, diretor da Deloitte, o projeto é um desafio grande, pois ele passa por uma mudança cultural de gestão da Companhia Docas "Uma das nossas principais preocupações nesse trabalho foi de deixar claro qual o papel das Companhias Docas. O que se espera das Companhias e que tipo de supervisão a SEP deveria ter. Nós entendemos que uma das causas da ineficiência são as sobreposições e áreas de atuação que não estão claramente definidas”, afirma.
 
Segundo o Ministro dos Portos, Édinho Araujo, o objetivo é melhorar a gestão portuária, tornando os processos mais eficientes.“Vamos implementar as mudanças e as recomendações de planos de melhoria para a modernização dos processos administrativos internos às Companhias Docas. Estamos monitorando todas as fases do projeto. Algumas dessas inovações já estão em curso na CODESP, como o plano de remuneração variável dos dirigentes, condicionado ao cumprimento de metas de gestão”, afirma o Ministro.
 
A SEP está analisando as propostas de modelos apresentadas, e assim que for definido serão iniciadas as ações referentes as novas estruturas organizacionais, e a produção de novos normativos e revisão dos já existentes, com base nas mudanças a serem implementadas.

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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2015 - 15h16
Estudos

Pesquisa busca agilizar acesso de caminhões a terminais do Porto

Fernanda Balbino
Agilizar a entrada de caminhões nos terminais de contêineres do Porto de Santos é o objetivo do projeto coordenado por professores do curso de Gestão Portuária da Faculdade de Tecnologia (Fatec) Baixada Santista - Rubens Lara, que fica em Santos, no bairro da Aparecida. Com etiquetas eletrônicas instaladas nos caminhões, os docentes buscam liberar a entrada desses veículos nos gates (portões) de acesso às instalações e ainda guardar as principais informações da carga. Em uma segunda etapa, o plano é disponibilizar esses dados para empresas interessadas em localizar as mercadorias ou os autos.
 
A primeira fase do projeto já está em testes. Os pesquisadores trabalham em uma maquete. Nela, buscam verificar se é possível, com a instalação de um leitor de radiofrequência no solo, liberar o acesso de um caminhão nos gates. O equipamento fará a leitura das informações contidas na etiqueta eletrônica fixada no veículo.
 
A pesquisa envolve três docentes. Dois deles são do curso de Gestão Portuária. Mário de Souza Nogueira Neto é responsável pela disciplina Gestão de Produção e Operações e Renato Márcio dos Santos, por Sistema Portuário Brasileiro.
 
O terceiro, André Vizini, atua no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, onde estuda o aluno Luiz Henrique Moreira Barbosa, que também participa do projeto. Além da parte tecnológica, eles trabalharam no desenvolvimento da maquete que testa a viabilidade dos equipamentos. 
 
De acordo com os professores, o projeto começou com a identificação de um problema já conhecido no Porto de Santos: a demora no acesso dos caminhões aos terminais portuários. A questão é motivo de discussão entre caminhoneiros e empresas, já que os motoristas pedem o pagamento de estadia por conta dos longos períodos de espera para entrar nas instalações. Para eles, a demora ocorre, principalmente, na liberação da entrada dos veículos. Com isso, além da perda de tempo, os condutores reduzem o número de viagens que podem fazer em um dia e, consequentemente, seu ganho. 
 
“É bom lembrar que a tecnologia já existe no mercado. Nosso objetivo é ampliar seu benefício com a utilização portuária. Não estamos reinventando a pólvora, mas fazendo uma aplicação de uma tecnologia existente. O fato é que, se ninguém fizer, a gente fica parado no tempo”, disse o professor Renato dos Santos.
 
N/A
Professores do curso de Gestão Portuária Mário de Souza Nogueira Neto e Renato Marcio dos Santos
 
Radiofrequência
 
A tecnologia utilizada no projeto é a de identificação por radiofrequência ou RFID (sigla em inglês de Radio Frequency Identification. Trata-se de um método de reconhecimento automático através de sinais de rádio, lendo dados armazenados em etiquetas. 
 
O estudo analisa como seria a operação com a instalação dessas etiquetas nos caminhões que seguem em direção ao Porto. No cenário avaliado, assim que o veículo se aproxima do gate do terminal, ocorre a leitura das informações. Os dados inseridos podem ser as características físicas e descrições das mercadorias, além de números de documentos como notas fiscais. 
 
“Este tipo de equipamento garante uma agilidade maior na carga e na descarga. Provavelmente vai reduzir o tempo de espera, as filas e a questão da confiabilidade da informação. Toda vez que você evita digitar um dado, você obviamente está se certificando que essa é uma operação confiável”, explicou o professor Mario de Souza.
 
Mas segundo os docentes, o fato de a digitação de dados nos ate passar a ser um item dispensável, para liberar o acesso de caminhões, não significa que a tecnologia poderá substituir um operador.
 
“As pessoas pensam que, com tecnologia, você desemprega o trabalhador e isso não é verdade. Está mais do que provado que, quando você emprega tecnologia, emprega pessoas qualificadas para poder dar suporte naquela tecnologia. A gente precisa tirar do mercado essa visão. Você força aquele trabalhador que já está lá naquela área, que é o especialista naquela operação, a se adequar. E, poderá até receber salários melhores”, destacou o professor Renato Márcio dos Santos. 

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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2015 - 18h15
Na frente

Porto de Santos é responsável por 27% da movimentação de carga em 2014, diz Antaq 

De A Tribuna On-line
N/A
Santos foi responsável por 27% do total movimentado
A movimentação do setor portuário brasileiro cresceu 4% em 2014 em relação a 2013, e o Porto de Santos foi responsável por 27% de participação do total movimentado no conjunto dos portos organizados. O Brasil movimentou no ano passado, por via marítima, 969 milhões de toneladas de cargas, segundo os números divulgados nesta quarta-feira(25) no Anuário Estatístico Aquaviário, produzido pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ).
 
Apesar do fraco desempenho do comércio em 2014, o diretor-geral da ANTAQ, Mário Povia, credita esse aumento de movimentação das principais commodities, como o minério de ferro, que teve expansão de 5% em relação a 2013, fertilizantes e adubos (11%), carvão mineral (26%), alumina (12%) e soja (4%).
 
A carga com maior movimentação foi a de mineirio de ferro (36%), combustíveis/óleos minerais(21%), contêineres(11%), soja(5%), bauxita(4%), milho fertilizantes(3%) e adubos(3%). Sendo que de acordo com o tipo da carga, o granel sólido teve o maior destaque representando 61% do movimentado nas instalações de todo o país, seguido pelo granel líquido, com 24%, e de 15% de participação de carga geral.
 
Cabotagem
 
A navegação de cabotagem (entre os portos brasileiros) representou 25% sobre o total de cargas movimentadas, valor que equivale a 213 milhões de toneladas, sendo 4 % a mais do que em 2013.
 
Os principais destaques de mercadorias movimentadas entre portos brasileiros foram a de combustível, com 66% do total, seguido por bauxita (13%) e contêineres (10%). Só a bauxita correspondeu a 28 milhões de toneladas.

 

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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2015 - 19h46
Acidente

Embarcação com duas pessoas a bordo naufraga no Porto de Santos

De A Tribuna On-line

Uma embarcação naufragou no final da tarde desta terça-feira (24), com duas pessoas a bordo, nas proximidades do berço 1 do Brasil Terminal Portuário, em Santos. O acidente ocorreu por volta das 16 horas. A embarcação SS MARINER II pertence à empresa Salvador Santos Marine. Duas pessoas, o condutor e o passageiro, foram resgatados ilesos.

Após ter sido acionada, a Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP) enviou peritos ao local, que constataram que a embarcação colidiu com algum objeto submerso, avariando a rabeta (parte localizada de baixo dos motores da popa), por onde começou a entrar água. Em razão do incidente, a embarcação começou a naufragar.

No momento do acidente estavam a bordo duas pessoas, o condutor e o passageiro, que foram resgatados sem ferimentos. O naufrágio, segundo informações da Capitania dos Portos, não oferece risco e segurança da navegação. Ainda conforme a Autoridade Portuária, apesar do navio estar carregado com 50 litros de óleo diesel no tanque de combustível, até o momento, não há indícios de poluição ambiental no local. Por segurança, barreiras de contenção foram colocadas no mar, nas proximidades do local onde a embarcação está afundada.

Os dados preliminares do acidente, colhidos pelos peritos da CPSP, instruirão o Inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN), que será instaurado, e com prazo de conclusão de até 90 dias. O referido Inquérito apurará as causas determinantes do acidente, bem como possíveis responsáveis.
 

 

 

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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2015 - 14h12
Começo em alta

Movimentação do Porto cresce 8,9% em janeiro

Leopoldo Figueiredo
N/A
Terminais santista operaram 285 mil TEU no último mês
O Porto de Santos iniciou o ano com um crescimento de 8,9% em sua movimentação de cargas. Foram 7,5 milhões de toneladas de produtos embarcados ou desembarcados no mês passado, contra 6,8 milhões de toneladas em janeiro de 2014. Esse é o segundo melhor resultado para o mês na história do complexo portuário, perdendo apenas para os primeiros 31 dias de 2013, quando 7,9 milhões de toneladas passaram pela região.
 
O montante de janeiro levou o Porto a ampliar sua participação na balança comercial brasileira, chegando a 26,8% (US$ 8,2 bilhões) dos US$ 30,5 bilhões importados ou exportados pelo País. Tradicionalmente, ela oscila em torno de 25%.
 
Esses dados constam o balanço operacional do Porto referente ao mês passado, divulgado no início da noite de sexta-feira(20)pela Companhia Docas do Estado de São Paulo(Codesp).
 
Segundo o levantamento, os terminais do Porto embarcaram 4,9 milhões de toneladas, 14,4% a mais do que em janeiro de 2014 (4,2 milhões de toneladas). Entre as cargas de exportação, destacaram-se o farelo de soja(+39,8%), o álcool(+5,6%) e o café em grãos (+22%). As importações totalizaram quase 2,6 milhões de toneladas, ficando 0,2% abaixo do resultado obtido no ano passado. Os destaques foram a amônia (+30,6%), o enxofre(+41,2%) e o sal (+32,2%). A queda mais significativa foi registrada nas operações com trigo(-63%).
 
O movimento de contêineres no complexo cresceu 3,2%, somando 285.037 TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20pés).
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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2015 - 12h58
Memória

Museu do Porto de Santos recupera negativos fotográficos raros

De A Tribuna On-line
N/A
Negativos fotográficos são feitos em vidro e revelam passado do maior porto da América Latina
O Museu do Porto de Santos finalizou um minucioso projeto de preservação de cerca de 700 negativos fotográficos raros, em vidro, que resgatam imagens da primeira metade do século XX do maior porto da América Latina e um dos mais importantes do mundo.

A ação inédita disponibiliza as imagens reveladas para consulta em um banco de dados na internet e foi concretizada a partir do Edital de Museus do Programa de Ação Cultural (ProAC), oferecido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, por meio do Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP). 
 
Os negativos fotográficos são feitos em vidro e revelam centenas de imagens que ajudam a preservar a memória da cidade e a contar a trajetória do maior porto da América Latina.

Segundo Antônio Carlos da Mata Barreto, gerente do Complexo Cultural do Porto, os materiais são do início do século XX e documentam, com perfeição, cenas históricas da formação e do cotidiano do Porto de Santos, que iniciou suas atividades na década de 1890. “É um acervo importantíssimo não apenas para a história da cidade de Santos e do Estado de São Paulo, mas também para a história econômica do Brasil. Preservar essa memória, ainda mais com imagens raras registradas por meio de uma técnica primária de fotografia, e ajudar a contá-la para as novas gerações, é uma grande responsabilidade que vai ao encontro da valiosa missão do museu", afirma. 
 
O acervo de negativos em vidro está disponível para consulta online. O museu está sediado no Complexo Cultural do Porto de Santos(Av. Conselheiro Rodrigues Alves, s/nº, Macuco), espaço composto também por uma biblioteca com mais de três mil volumes e pela Pinacoteca Gaffrée & Guinle. A edificação foi construída em 1902 para ser residência dos dirigentes da então Cia. Docas, atual Codesp.
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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2015 - 15h21
Submerso

Trabalhar a bordo de um submarino, missão para quem tem nervos de aço

Fernanda Balbino
N/A
 
O submarino Tapajó, esteve recentemente em Santos
Imagine ficar até 50 dias no mar, a 200 metros de profundidade, sem ver a luz do sol ou se comunicar com a família, e ainda em atividades de patrulha, que exigem atenção na busca por alguma ameaça externa. Parece cenário de filme, mas é a realidade de quem trabalha a bordo dos submarinos da Marinha do Brasil. O espaço é limitado. A tensão é constante. Mas o comandante do submarino Tapajó, capitão de fragata José Neto, garante não trocar sua vida submersa por nada.
 
Tapajó conta com 61,2 metros de comprimento e um casco com apenas 6,2 metros de diâmetro. Nessa estrutura, podem atuar até 49 tripulantes, que se distribuem pelos cinco compartimentos da embarcação: a sala de torpedos, a das baterias(alimentadas pelos geradores e que fornecem a eletricidade necessária aos equipamentos do submarino), o comando, a área de manobras e a praça de máquinas. E esses espaços ainda têm outras funções. Sobre a sala das baterias, por exemplo, estão os alojamentos dos marinheiros e dos oficiais, os banheiros e a cozinha. Já o refeitório (que não chega a ter 10 lugares) é organizado sobre o depósito dos torpedos. 
 
Devido às dimensões do submarino e à necessidade de sempre haver uma equipe em sua condução, a tripulação trabalha em turno. E são poucas as situações em que todos são chamados para atuar. Isso ocorre principalmente quando há um cenário de perigo ou durante um conflito.
 
Apesar dos desafios que envolvem a operação dessas embarcações, elas são estratégicas em qualquer armada, tanto durante um confronto como em atividades regulares de patrulhamento. A importância de um submarino está no fato de ele poder navegar e até conter ameaças de forma silenciosa e sem ser visto. Para isso, além dos sensores, são utilizados equipamentos de detenção eletromagnética e ainda os famosos periscópios, para a observação das áreas próximas.
 
“A vida no mar é sempre cheia de apuros. Isso é que é legal. A grande nuance do submarino é que todo dia é um dia tenso”, afirmou o comandante José Neto, que soma 18 anos dedicados às missões submarinas.
 
Surpresas e Tensões
 
A vinda do Tapajó ao Porto de Santos, no mês passado, integrou uma dessas atividades. A escala no complexo marítimo fez parte de uma viagem de treinamento, iniciadano Arsenal da Marinha, no Rio de Janeiro. De lá até o cais santista, foram dois dias e meio de viagem, que contou com algumas surpresas e “tensões”, como destacou o oficial.
 
“Na vinda pra cá, a gente teve uma falha elétrica que obrigou um painel a parar de alimentar o navio, parar de alimentar a propulsão. Num dado momento, eu perdi toda a iluminação e a máquina, ou seja, a sustentabilidade do submarino”, explicou o comandante José Neto.
 
Imprevistos acontecem como em qualquer atividade profissional, comentou o capitão de fragata. O problema é que, em um submarino, essas questões precisam ser resolvidas a dezenas de metros de profundidade. E como na vida, os problemas nunca aparecem sozinhos. Eles surgem por uma sucessão de falhas e a tomada de decisão precisa ser rápida, já que, nessa situação, a embarcação e toda a tripulação estão em perigo.
 
“Tentei me manter em uma cota (profundidade) tirando e colocando água (nos reservatórios que garantem a flutuabilidade da embarcação). Mas observei que estava em uma profundidade em que poderia pousar no fundo e, com tranquilidade, resolver o problema, sem ter que ficar tirando e colocando água. Também deu um pouco mais de tranquilidade porque o clima aqui estava
tenso”,contou o comandante.
 
No fundo
 
O “posar no fundo” significa que o Tapajó desceu à profundidade máxima. Neste caso, ele tocou o solo a 132 metros do nível do mar. Foi assim, com a embarcação estabilizada, que a tripulação se concentrou na solução de todos os problemas.
 
Resolvidas as questões elétricas e de uma bomba hidráulica (itens indispensáveis para a navegação), todas as atividades voltaram ao normal e a viagem prosseguiu até Santos.
 
Segundo o comandante, tão difícil quanto solucionar os problemas mecânicos do submarino, é administrar as condições psicológicas da tripulação dentro da embarcação. “Um navio tem sua flutuabilidade e a integralidade do casco. Se nada acontecer com o casco, se ele não romper, em tese, ele sempre vai estar flutuando. Com o submarino, eu ando embaixo d’água. No momento em que abandono a superfície e entro no mundo que a gente chama de Netuno, embaixo d’água, se algo errado acontecer, acabou. Vou pro fundo”.
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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2015 - 16h42
Submarino

Tripulação recebe treinamento intenso e contínuo  

Fernanda Balbino
N/A
Tripulante na área de manobras do submarino
O treinamento de um submarinista é intenso e contínuo. Além de exercícios dentro da embarcação, a tripulação é obrigada a fazer, semestralmente, o treino de saída em um tanque de salvamento, que imita as condições de pressão do fundo do mar, explica o comandante do Tapajó, o capitão de fragata José Neto. Na atividade, os marinheiros têm de conseguir abandonar a submarino em até três segundos.
 
Esse preparo envolve bastante disciplina e exige de marinheiros e oficiais em boas condições de saúde.
 
“O mais importante do processo seletivo para o submarinista é a parte médica, onde é possível descobrir se o candidato tem alguma restrição por saúde. Será que as minhas vias aéreas são normais ? Vou poder mergulhar ? Vou lidar bem com as diferenças de pressão ? Muita gente no meio do caminho não consegue. Não sabe se tem algum problema. Tem que ter uma acuidade visual adequada para enxergar no periscópio, porque não tem espaço para óculos. O teste psicotécnico vai dizer se eu tenho aptidão para a função. Pode haver aspiração, mas não aptidão. Isso frustra, mas é só seguir para outra carreira na Marinha. Eu tive sorte e não pretendo sair”, afirma o capitão de fragata José Neto.
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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2015 - 15h30
Porto de Santos

Posto da Anvisa em Santos tem nova chefia

Da Redação
N/A
posto local receberá mais seis funcionários
O escritório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária(Anvisa) no Porto de Santos tem um novo chefe. O servidor Rogério Gonçalves Lopes, que está na Cidade desde o final do mês passado, assumiu quarta-feira(18) o comando da Autoridade Sanitária no complexo marítimo. E o posto ainda terá um reforço de seis funcionários, que serão deslocados de outras unidades da Anvisa e começarão a atuar na região ainda neste mês, na liberação de mercadorias e embarcações no complexo.
 
Em Santos, a Anvisa estava sem comando desde o final do ano passado, quando o ex-chefe do escritório Francisco das Chagas Alexandre de Assis optou por deixar o cargo. A partir daí, começou um revezamento na chefia da unidade. Uma servidora de Brasília foi deslocada temporariamente para ajudar nos trabalhos do cais santista.
 
Mas, no final de janeiro, Rogério Lopes foi designado o novo representante da Autoridade Sanitária em Santos. Ele já foi o responsável pelo escritório da Anvisa no Porto de Paranaguá (PR). Quando o órgão anunciou a escolha de um novo titular para o posto local, também divulgou que outros seis servidores seriam transferidos para a Cidade.
 
As transferências têm o objetivo de agilizar a emissão das licenças de importação, dos atuais 20 dias para cinco dias, reduzindo, assim, seus custos logísticos. Hoje, no Porto, o tempo médio para a emissão deste aval varia de 20 a 22 dias. Medicamentos e produtos relacionados à saúde necessitam dessa liberação para entrar no Brasil. Só depois dessa aprovação, os artigos passam pelas inspeções da Receita Federal.
 
A vinda de novos servidores vai ajudar a resolver o problema de falta de pessoal da Anvisa, que é apontado como um dos principais entraves para as operações no cais santista. Além dos atrasos na liberação de mercadorias, há queixas que se referem à certificação de Livre Prática, o documento que atesta as condições sanitárias das embarcações e exigido para sua atracação no complexo marítimo.
 
O problema é reconhecido pela própria Anvisa que, em ofício, informou ao Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo(Sindamar) a necessidade de contratação de 30 novos servidores, a fim de atender as demandas do principal porto do País. O ideal, segundo a autoridade, é manter 55 funcionários em Santos.
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